crescer tem destas coisas


Foi preciso ler esta publicação do Ricardo para me lembrar que tinha um texto parecido em rascunhos que foi fruto de uma reflexão minha após a última saída que tive com os meus amigos. Segue:
Há uns dias atrás, o meu grupo de amigos do secundário lá conseguiu arranjar uma noite que desse para podermos estar juntos pois era algo que já não fazíamos há imenso tempo (entenda-se, anos). eu fui quem esteve mais ausente ao longo deste tempo todo, confesso.

Combinámos ir para um café/bar agradável e senti-me tão bem no meio deles. Já tinha mesmo saudades. Mas, depois de já ter regressado a casa e de alguns momentos a reflectir, cheguei à conclusão que estamos a ficar velhos. Se durante o tempo do secundário e universidade o pessoal queria era curtir a noite, apanhar uma bebedeira descomunal e chegar a casa com o sol a raiar, agora o que nós queremos é estar com os amigos num sítio fixe, pelo meio ouve-se um "não posso beber muito porque trouxe carro hoje" e, entre as 24h e as 2h começamos a dispersar. Uns vão para casa, outros vão ver o ambiente da discoteca mas cansam-se rápido e às 4h já estão a chegar a casa.

Pessoalmente, nunca fui de muitas saídas à noite. Sim, já tive noitadas em que chegava a casa depois do pequeno-almoço tomado num café, mas prezo muito mais um jantar com os amigos e um serão a jogar um jogo de tabuleiro ou uma sessão de cinema.

1 comentário :

Nádia disse...

Ai, vocês matam-me com esses textos. Também li o do Ricardo e tal como vocês estou a começar a ficar assustada com a idade. Não me deprimam que é Natal, please.